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Amar antes os adoçantes aflorantes,agentes de ajudantes. Agourantes agravantes, agitante almejante corria pela Rua Conselheiro Furtado. Elegante fugia dos alienantes, pobre constante, temporal do vento.
Amava Helena, e amava Tárcio, amantes. Subia a rua andante até chegar o agoniante casebre de Helena, seus lábios anestesiantes, suor anelante. Chegou lá no quartinho, e já viu-se a alvoroçante antecedência, ficou esperando a hora de ser chamado, pelo Tárcio ou por Helena. Para entrar mais perto.

Meu Deus, que rima! Que poético! Lindo, lindo.
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