É desesperador esperar algo que venha a ocorrer e que venha despertar a sua doce e precisa alegria, ou talvez despertar aquela felicidade que escorre do peito.
Algo como se fosse respeitoso, algo como se fosse sangria...
Algo roxo, algo púrpuro, algo alegre. Algo inocente, algo fulguro, algo capcioso. Algo.
Tudo que escorre do peito é de direito, tudo que escorre dos olhos é o que não cabe no peito. Como dizia o filósofo solitário do ano de dois mil e dois. Onde a vida era mais inocente, mais vivida, mais alegre, mais ignorante, e mas certeira. Estou certo?
Acordei. Já é de noite, relembro a vida, relembro o tempo, relembro a dor que escorre do peito, devaneio.
Estou devaneando, sobre a catuaba barata, na calçada dessa rua.
Acordei. Já é de noite, relembro a vida, relembro o tempo, relembro a dor que escorre do peito, devaneio.
Estou devaneando, sobre a catuaba barata, na calçada dessa rua.

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